Mostrando postagens com marcador moral. Mostrar todas as postagens

Questões Humanas na Escrita de Filósofos [Ágora da Democracia]

by Francisco on sexta-feira, 19 de novembro de 2010

por Francisco Antônio de Andrade Filho



 



Neste segundo artigo do “Ágora da Democracia”, selecionei pensamentos de dois filósofos que se encontram para o debate em questões humanas. Cada um deles apresenta um toque especial, registrado aqui em nosso site, símbolo da democracia na internet. Faça seus comentários. Que discussões políticas e de cidadania brotariam nos comentários dos visitantes/internautas? Bem-Vindos à escrita destes pensadores:

Mais informações »

Liberdade de Imprensa – Altos Toques de Ética e Moral III

by Francisco on terça-feira, 1 de junho de 2010

por Francisco Antônio de Andrade Filho



 



Como é agradável, dialogar com o Partido da Imprensa Golpista. Mais uma vez, converso com os seguidores DEM & PSDB & LTDA, comprados pelo corrupto e perverso PIG. Objetivo despertar neles as virtudes da liberdade de imprensa. Espero convencê-los de não cometerem crimes contra esse maior bem de uma Democracia: a liberdade.

Toque um: Nesta terceira aula, além de outros filósofos, inspiro-me em Montesquieu (1689-1755). Li e interpretei sua obra clássica sobre Filosofia Política, O Espírito das Leis. Nesta obra, pensa: "a liberdade é um bem tão apreciado que cada qual quer ser dono até da alheia".

Toque dois: E insiste: "A liberdade política, num cidadão, é esta tranqüilidade de espírito que provem da opinião que cada um possui de sua segurança; e, para que se tenha esta liberdade cumpre que o governo seja de tal modo, que um cidadão não possa temer outro cidadão “.

Toque três: Observa-se que Montesquieu concebe um novo conceito de lei, estabelecendo relações entre si desde a sua criação. A lei determina não apenas a vida privada (moral), mas também política (ética) dos povos.

Toque quatro: Logo no início do Livro XI, Montesquieu percebe a realidade da lei-relação através da qual produz o saber jus - filosófico não isolado, mas interligado com o todo. Que "todo" é esse? Esse todo é a relação da liberdade política não fechada em si mesma, em sua particularidade, mas em sua relação com a Constituição, com o cidadão e com o mundo da economia. E assim fala: distingo as leis que formam a liberdade política em sua relação com a constituição, das leis que a formam em sua relação com o cidadão. O que é liberdade de política em sua relação com a constituição? Quais as diversas significações dadas à palavra liberdade? Investigamos a maior expressão ética do homem: sua liberdade.


Toque cinco: Montesquieu concebe, assim, liberdade no sentido político. Procura associar a liberdade política com a ordem constitucional vigente. Mas em que consiste a liberdade política? Ele responde: A liberdade é o direito de fazer tudo o que as leis permitem. E argumenta: se um cidadão pudesse fazer tudo o que elas proíbem, não teria mais liberdade, porque os outros também teriam tal poder. E alerta: É verdade que nas democracias o povo parece fazer o que quer; mas a liberdade política não consiste nisso A liberdade consiste em fazermos algo sem sermos obrigados assim agir. Pois, continua a pensar, numa sociedade em que há leis, a liberdade não pode constituir senão em poder fazer o que se deve querer e em não ser constrangido o que não se deve desejar.

Toque seis: Nos capítulos seguintes, Montesquieu insiste ainda a conceber a liberdade política limitada pela moderação do poder. Para ele, os sistemas democráticos e aristocráticos, essencialmente, não são livres exceto quando neles não se abusa do poder, o que para se conseguir é preciso que pela disposição das coisas o poder freie o poder. E ironiza: Quem diria! A própria virtude tem necessidade de limites. De fato, a experiência histórica é pródiga em comprovar tal afirmação do iluminista francês. O homem que tem o poder é tentado a abusar dele. É preciso limitá-lo, frear seu desejo de comando. Só pode existir liberdade quando não há abuso do poder.

Toque sete: Estabelece então, condições necessárias para a concretização da liberdade política como uma expressão de valor para a cidadania. E pensando na consolidação de um Estado livre, Montesquieu vai afirmar que somos livres porque somos governados por leis que orientam nossa vida em sociedade.

Toque oito: A moderação do poder constitui princípio basilar da liberdade política. Pois, uma constituição pode ser de tal modo, que ninguém será constrangido a fazer coisas que a lei não obriga e a não fazer as que a lei permite.

Toque nove: Sustento que Montesquieu é um pensador inserido na História do Século XVIII, quando a liberdade de pensar era o princípio central da qual derivam a natureza das leis, não fora da realidade, mas do homem histórico, real, desse tempo. Tornou-se um clássico da Filosofia Política Moderna. Para ele, as instituições jurídicas emergiam do povo e como resultado da ação de fatores naturais e culturais. Eis um método diferente, revolucionário para o pensador iluminista na França.

Toque dez: O sociólogo, Emir Sader enriquece o debate: “Na realidade a crise da imprensa é a da perda de credibilidade, é uma crise ética, de sua transformação em um instrumento da publicidade, do ponto de vista econômico, e da sua constituição em mentor político e ideológico da direita. Os dados, publicados recentemente, demonstram como todos os grandes jornais brasileiros perdem leitores, mas sobretudo perdem influência. Embora todos os maiores jornais e quase todas as revistas semanais – à exceção da Carta Capital – sejam de férrea oposição ao governo, este mantêm 83% de apoio e eles conseguem apenas 5% de rejeição do governo. Temos aí uma idéia da baixíssima produtividade desses órgãos de oposição.”

Toque onze: Luiz Gonzaga Belluzzo, professor titular do Instituto de Economia da Unicamp, escreve: “O leitor atilado há de julgar se a liberdade de opinião e de informação vem se ampliando e favorecendo o esclarecimento dos cidadãos ou se transformando em seu contrário, num exercício do poder que viola os direitos reconhecidos como essenciais no relatório da Comissão sobre a Liberdade de Imprensa”.


Toque doze: E Karl Marx pensa: "A imprensa livre é o olhar onipotente do povo, a confiança personalizada do povo nele mesmo, é a franca confissão do povo a si mesmo."

Liberdade de Imprensa – Altos Toques de Ética e Moral II

by Francisco on sábado, 1 de maio de 2010

por Francisco Antônio de Andrade Filho



 



Esta é a segunda aula de ética e moral para o Partido da Imprensa Golpista. Desta vez, inspirado-me nas obras de Aristóteles e, a partir de algumas notícias criminosas da blogosfera, ofereço ao PSDB, as lições de liberdade com justiça e vida feliz na cidade.

Nesta semana, acompanhei uma avalanche de notícias sobre os crimes blogosféricos cometidos pela atual oposição política no Brasil. Aconteceu no site do PSDB com ataques à pré-candidata do PT, Dilma Rousseff.

Alegre, vi e escutei a voz corajosa do Brizola Neto (PDT-RJ) na tribuna da Câmara Federal. Com indignação ética denunciou a estratégia dos tucanos pela internet nas eleições deste ano. Uníssono com a vontade Geral do Povo brasileiro elevou sua voz, e falou, assim:



“Como a oposição não tem condições de apresentar boas coisas para população brasileira, só consigo enxergar que essa é a única estratégia que tem para tentar mudar a imagem da aprovação do governo presidente Lula. Eles estão partindo para o golpe baixo. Uma campanha suja e feita de maneira institucional - sem identificação.”




Frente a essa virtude política do referido deputado, produzi alguns toques de ética e moral para o PIG na Internet. São lições convidativas para o PSDB e outros interessados aprenderem com Aristóteles. Leiam com atenção e postem em seus sites.

Toque um: Aristóteles (383-322 a.C.), observando a cidade de Atenas, emite juízos de valores em suas duas obras clássicas: O Político e Ética a Nicômaco. Esses textos se entrelaçam numa mesma dimensão ética e política, na constituição de uma cidade feliz e livre. Na raiz da questão, ética é justiça na cidade deste filósofo grego.

Toque dois: Na abertura da Ética a Nicômaco, Aristóteles aplica o termo política a um assunto único - a ciência da felicidade humana - subdividido em duas partes: a primeira é a ética e a segunda é a política propriamente dita.

A felicidade humana consistiria em uma certa maneira de viver, e a vida de um homem é resultado do meio em que ele existe, das leis, dos costumes e das instituições aceitas pela comunidade à qual ele pertence.

Toque três: A meta da política é descobrir, primeiro a maneira de viver (bios) que leva a felicidade humana, e depois, a forma de governo e as instituições sociais capazes de assegurarem aquela maneira de viver.

Estão captando? O que dizem vocês sobre o que é ser feliz? A conduta ética de um profissional atrai felicidade?

Toque quatro: A Política é, assim, aquela ciência cujo fim é "o bem propriamente humano" e este fim é o bem comum. Por isso, Aristóteles considera a política e a ciência prática "arquitetônica", isto é, que estrutura o agir e produzir humanos

Toque cinco: A afirmação aristotélica, segundo a qual o "homem é naturalmente um animal político" (politikón zoõn), deve ser levada a sério, pois ela define o humanismo que Aristóteles reconhece e propõe.

Toque seis: Aquele que "fosse incapaz de integrar-se numa comunidade (koinonia), o que seja auto-suficiente a ponto de não ter necessidade de fazê-lo, não é parte de uma cidade (polis), por ser um animal selvagem ou um deus".

Toque sete: Em que sentido, a Política em Aristóteles “é um bem propriamente humano” E nos dias de hoje, essa dimensão ética da política está sendo um desencanto? Por que? Por favor, sublinhem o toque seguinte.

Toque oito: O homem só alcança sua plenitude na comunidade. Ninguém alcança a felicidade solitariamente. Ninguém é feliz sozinho. Nós somos sempre felizes na solidariedade da comunidade política. Nós precisamos da sociedade e Aristóteles tem uma palavra maravilhosa que poderia estar na Bíblia: "o homem que não precisa da sociedade ou é um Deus, ou é um besta".

Toque nove: Que pensam disso? Por que viver em comunidade? Vejam o que disse Aristóteles. Vamos ler e entender mais um pouco o pensamento ético de Aristóteles.

Ele analisa uma virtude que é única e exclusiva da sociedade: a virtude da JUSTIÇA, isto é, a virtude da cidadania, de um bem para todos. Toda cidadania está ligada a um conceito de justiça. Então, não adianta que eu reivindique ao Estado direitos, se eu não convivo numa comunidade onde todos não se tratam com justiça.

Justiça essa, reguladora das relações entre os cidadãos livres e iguais, que se respeitam a partir do conceito de justiça.

Toque dez: Parem um pouco e meditrem no que acabaram de ler. Vale a pena agair assim? Agora, tomem uma postura de políticos que querem trabalhar para os interesse do Brasil. Sigam o Lula, reconhecido no mundo inteiro como o “Cara” que deu maior exemplo de como fazer política. Atenção: ele não tem anel de Doutro em Sociologia. Tem o Diploma da experiência da Soberania Popular. Pois é...e agora continuem no toque seguinte.

Toque onze: Para Aristóteles, cidadão justo é aquele que cumpre a lei e respeita a igualdade entre os outros. A justiça é a virtude da cidadania, na qual, cada um, por sua própria formação trata todos igualmente. Se praticássemos essa virtude os tribunais teriam muito pouco a fazer. Se eles existem e são tão solicitados, é porque nós não estamos praticando a virtude da justiça, da cidadania. Ética é justiça. É vida política com a ética da justiça.

Toque doze: Leiam mais algumas notícias e críticas contra os crimes cometidos pela Blogosfera do PIG:

Brizola Neto diz que tucanos usam internet para ataques e baixarias

Enfim....uma reação

Brucutus invadem a rede

Gente sem escrúpulos

Guerra suja na internet: PT entrará com representação no TSE contra o PSDB

Liberdade de Imprensa – Altos Toques de Ética e Moral I

by Francisco on domingo, 25 de abril de 2010

por Francisco Antônio de Andrade Filho



 



É a primeira aula de Filosofia sobre liberdade em sua dimensão ética e moral para os seguidores do DEM & PSDB & PIG. Aqui, pretendo construir um agradável diálogo com eles. Com alguns toques de ética e moral, em discussão, desejo despertar neles as virtudes da liberdade de imprensa.

Toque Um – Para iniciar o debate, pergunto: O que é o bem? O que é o mal? O que é ética? O que são as virtudes da confiança, do respeito e da integridade pessoal? Em seus meios de Comunicação, vocês cultivam valores morais e éticos? O Partido da Imprensa Golpista investe mesmo nos partidos da oposição? Com que interesse econômico agem assim? O DEM e o PSDB, entre outros, pagam a vocês para destruir a riqueza social produzida pelo atual Governo Lula? Que projetos políticos vocês produziram em benefício da cidadania brasileira? Acreditam no PAC, respeitam Minha Casa/Minha Vida? À luz da Ideologia, vocês camuflam a verdade? Têm medo da Soberania Popular que desperta confiança e segurança no poder com ética e moral de Lula, Dilma e a base desse governo?

Toque dois - Há uma palavra grega, que explica o sentido etimológico da concepção de ética com justiça: “ethos”. Significa “domicílio”, moradia, o abrigo permanente, o país onde alguém habita, a casa onde se mora, as Instituições, onde se constrói, pelo trabalho, a riqueza social, política e econômica; a prática da ética profissional em jornalismo e a felicidade do gênero humano.

Toque três - Por ética, então, entendemos todo esforço do espírito humano para formular juízos tendentes a iluminar a conduta das pessoas, sob a luz de um critério de bem e de justiça. Enquanto isso, a moral é um conjunto de normas que orientam o comportamento humano tendo como base os valores próprios a uma dada comunidade. A casa/ética se dá sempre no singular: é a exigência do ser humano de habitar humanamente seu mundo. As morais se dão sempre no plural, porque as formas e modo de habitar o mundo são múltiplos e diferentes.

Toque quatro - E o que são virtudes? Significa a qualidade ou a ação digna do homem. É a prática constante do bem, correspondendo ao uso da liberdade com responsabilidade. É o hábito de viver bem com outras virtudes, por exemplo, da confiança, do respeito, da integridade.

Toque cinco – E para vocês - amantes deste site e dos demais espaços cibernéticos -, motivados pela construção da liberdade, ofereço mais dois toques. No bom combate da liberdade, assumamos o poder da responsabilidade ética e em busca da verdade que nos liberta, indico-lhes
mais três toques:

Toque seis - A ética tem a função de imprimir uma direção na vida, de mostrar estilos de vida. Ela é uma espécie de bússola que aponta os caminhos de realização pessoal e os perigos da autodestruição. A ética tem uma função de advertência: mostrar aos profissionais da comunicação, por exemplo, o caminho de construção ou destruição do homem. Ela também é um esforço de superação de conflitos inerentes à convivência com o mundo.

Toque sete - Pensa-se ainda hoje, que a atitude ético-virtuosa designa a maneira de ser “habitual”, o caráter, a disposição da alma. Caráter é marca. Sigilo, timbre ou disposição interna da vontade que a inclina a agir habitualmente, de determinada maneira. “Hábito”, para o bem ou para o mal, virtuoso ou vicioso. Ninguém nasce ético, confiante, único e íntegro.

Toque oito - E sobre isso, penso: quando a consciência moral dos indivíduos for mais cultivada, quando os indivíduos possuírem critérios próprios, a ética interiorizar-se-á. As virtudes da confiança, do respeito às pessoas e a integridade brotarão fortes no mundo das empresas no Congresso Nacional, na Blogosfera. Na Mídia. E a verdade libertará a perversidade PIG.