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Para festejar o nascimento de Jesus em 2010 [Recados de Meditação]
by Francisco on domingo, 19 de dezembro de 2010
por Francisco Antônio de Andrade Filho
Celebrar o aniversário de Jesus é descobrir o tesouro de uma espiritualidade sem religiões organizadas que nos engaiolam em prisões infernais de segurança máxima.
É Natal de 2010. Aniversário do Deus Menino. O Recado da Pesquisa lembra “Jesus nascido em Belém da Judéia” (Mateus, 2, 1), filho de “Maria e de seu esposo José” (Mateus, 18, 19). Neste instante, sigo a postura não mais de “uns magos do Oriente”, mas de “outros líderes do Ocidente”, que anunciam Deus sem religião. É possível? Olho para os céus e vejo novas estrelas que brilham com mensagens de espiritualidades de Frank Dick, Brian Tracy, Aloizio Gomes Barbosa, Alberto Caieiro, Ecléa Bosi, Gasparetto e Bob Proctor. Eles oferecem dicas de meditação para celebrarmos a boa nova de um broto divino, cidadão daquela cidade do Oriente. O Menino Deus nos liberta das cadeias eclesiásticas construídas nos mercados religiosos. Recomendo escolher um dia para olhar bem cada estrela que brilhar durante as os dias natalinos (Francisco Antônio de Andrade Filho).
Você é sua própria benignidade, confiança, respeito e alegria de viver. Descubra o poder de sentir-se bem com suas conquistas.
Ninguém neste mundo é melhor sendo você do que você mesmo. Não tente ser outra pessoa; tente apenas ser uma versão melhor de si mesmo. Este é o segredo de todo campeão (Frank Dick).
Pratique a lei da integridade
Você alcança a felicidade e o alto desempenho quando decide viver de maneira coerente com seus valores mais elevados e suas convicções mais profundas. Viva sempre de acordo com o que há de melhor em você (Brian Tracy)
Deus Menino é a expressão da arte de viver como criança igual a todas as outras
No céu era tudo falso, tudo em desacordo. No céu tinha que estar sempre sério. [...] A mim ensinou-me tudo. Ensinou-me a olhar a para as coisas. Aponta-me todas as coisas que há nas flores. Mostra-me como as pedras são engraçadas quando a gente tem na mão. E olha devagar para elas (Alberto Caeiro).
O olhar de uma criança que brinca fora da jaula do estereótipo
A criança sofre, o adolescente sofre. De onde nos vêm, então, a saudade e a ternura pelos anos juvenis? Talvez, porque nossa fraqueza fosse uma força latente e em nós houvesse o germe de uma plenitude a se realizar. Não havia ainda o constrangimento dos limites, nosso diálogo com os seres em aberto, infinito. A percepção era uma aventura; como um animal descuidado, brincávamos fora da jaula do estereótipo (Cléa Bosi).
O que é a vida para você? Descubra seu segredo. Relaxe e medite nisso.
Esta é a sua vida, e está esperando que você a descubra! Até agora você talvez tenha pensado que a vida é dura, uma luta, e, portanto, pela lei da atração, deve ter sentido a vida como dura e uma luta. Comece imediatamente a gritar para o Universo: “A vida é tão fácil! A vida é tão boa! Todas as coisas boas vêm até mim!” (Bob Proctor).
Natal é paz interior, revelação da própria vida.
Ter a paz é sentir a expressão da própria vida, que é tão valiosa. Vibre mais uma vez nessa paz e irradie esse prazer para tudo. A paz é a luz que invade a escuridão e anula as ilusões. A paz cria a verdadeira realização. Sempre vou repetir a palavra paz dentro de mim e ela vai me levar a esse estado único de prazer. Quero me manter assim até conquistar todos os meus objetivos nesta vida (Gasparetto).
O aniversário de Jesus é um convite para se celebrar a boa nova do amor na alegria, na justiça, durante toda sua vida.
Nossa grandeza ou nossa mesquinhez se encontram - como semente ou flor - em nosso coração. E só há uma ordem; só pode haver uma ordem: render-se à doçura e à justiça do Amor.
O Amor é terrível contra os tiranos; é uma espada de luz contra os bajuladores; é a sarça que arde contra os corrompidos.
O Amor cega os que oprimem; abençoa a ternura dos amantes e lhes imprime alegria; incomoda os que atraiçoam; transtorna os que enganam a si mesmos e que, por isto, enganam os outros.
O Amor estende-se na relva e colhe a prata das chuvas; recolhe em seu seio os que foram humilhados, os que foram objeto de ironia e rejeição e os que enlouqueceram pelo desamor de tantos.
O Amor fecunda as flores e perfuma o mundo; estanca o sangue dos justos. Numa mão traz a cura, na outra, a justiça. Faz renascer a alma envelhecida, apaga os dissabores e as ilusões da mente.
O Amor ilumina a algazarra das crianças; o Amor nos despe de nossa arrogância; não nos julga pela nossa aparência, mas nos conhece pela nossa essência.
Quando nos sentimos mutilados, o Amor nos cobre com seu manto; é como um menino, descalço, descobrindo novas trilhas na escuridão do mundo.
O Amor não censura. O Amor não se omite. O Amor respeita as diferenças, mas denuncia as injustiças.
O Amor não é complacente com os que trazem na boca o beijo e, na mão, o punhal.Assim, em seu caminho de Luz e Silêncio, de Som e Magia, o Amor cumpre o seu destino (Aloízio Gomes Barbosa).
- 2 comentários • Category: amor, arrogância, censura, Deus, espiritualidade, jaula, Jesus, justiça, lei da integridade, paz, prisão, Religião, tudo, vida
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por Francisco Antônio de Andrade Filho
Li o capítulo 4 “A lei da integridade”, do livro Prosperidade Profissional, escrito por Luiz Antônio Gasparetto. Trata-se de buscar o melhor de sua vida espiritual embutida na lei da integridade. Com ela, você encontrará proteção e enxergará o bem de seu próprio poder. Faça o seu melhor e cante sua vitória e o significado de vida feliz. Dedique seus minutos de meditação, hoje, com este destaque (p.130/131), do mesmo autor:
“A integridade só conhece e age pelo melhor. Mas toda vez que você, conscientemente, não faz o seu melhor, o seu sistema de integridade não o defende.
As coisas podem ser olho por olho. Dente por dente. Se uma pessoa é agressiva consigo mesma, nem sempre ela desencadeará a agressividade em sua vida. Se ser agressiva for o seu melhor, o sistema de integridade lhe trará o melhor. Mas se ela já sabe lidar com as coisas sem ser agressiva e de repente responde com agressividade, o sistema de integridade não vai interferir, pois não é mais de sua responsabilidade defendê-la, pois neste particular ele sabe que a pessoa está capacitada a fazê-lo por si. Daí a coisa vira pau pau, pedra pedra”.
Leia e medite mais: no mesmo livro, páginas 129 a 178.
- Um comentário • Category: agressividade, auto-ajuda, diário de leitura, emoções, espiritualidade, evolução, felicidade, Gasparetto, lei da integridade, livro, meditação, minutos de meditação, sentimentos, tudo
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